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Botão 'Nina' registra 930 denúncias de assédio a mulheres em ônibus de Fortaleza em menos de 4 meses

Ferramenta auxilia a coleta de vídeos internos do transporte público para facilitar identificação e punição dos agressores. Polícia Civil alerta para necessidade de finalizar queixas. Maior parte dos assédios ocorrem dentro dos veículos, mas também nas paradas e terminais de ônibus Arquivo SVM Ir e vir em segurança, para mulheres, é desafio diário em Fortaleza. O número de denúncias registradas de 6 de março a 26 de junho deste ano no botão virtual “Nina”, integrado ao aplicativo Meu Ônibus Fortaleza, é uma amostra: pelo menos 930 mulheres sofreram assédio em ônibus, pontos de parada e terminais de integração da cidade, uma média superior a oito casos por dia. Os dados são da Secretaria de Conservação e Serviços Públicos (SCSP). Conforme o levantamento, 56% dos assédios ocorreram dentro dos veículos, 26% em paradas e 16% em algum dos sete terminais de ônibus. Além disso, 54% foram relatados por quem sofreu o assédio, todas mulheres, e 52% por quem presenciou as agressões. De acordo com a secretaria, as queixas ocorreram, principalmente, entre as 12h e as 21h, tendo pico às 20h. Dos casos notificados, porém, apenas 77 (cerca de 8%) tiveram o cadastro concluído no aplicativo e chegaram ao conhecimento da Polícia Civil do Ceará. A titular da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Fortaleza, Danielle Mendonça, confirma que vídeos dos coletivos obtidos por meio do Nina já foram utilizados em inquéritos policiais de crimes de importunação sexual, e salienta a importância de oficializar as queixas. “Quando a denúncia não é efetivada na delegacia, a identificação e responsabilização criminal por inquérito policial não vai acontecer. Divulgar também tem efeito pedagógico: se o agressor importunou uma mulher dentro do ônibus e a lei funcionou, outros evitarão essa conduta”, pontua a delegada. Segundo ela, a quantidade de denúncias de casos de assédio tem crescido. “Quando as mulheres percebem que há mais ferramentas e que a legislação está ali para protegê-las, elas denunciam com mais segurança. E o Nina tem essas perspectiva: mostrar que deve haver responsabilização sobre essa demanda.” Botão 'Nina' registra 930 denúncias de assédio a mulheres em ônibus de Fortaleza em menos de 4 meses Thiago Gadelha / Sistema Verdes Mares A arquiteta e planejadora urbana da Prefeitura de Fortaleza, Mariana Gomes, também alerta que concluir o cadastro na plataforma é indispensável. “É uma forma tanto de conseguirmos todas as informações sobre a violência como de evitarmos trotes, fraudes e denúncias incorretas. A intenção é proteger quem precisa de proteção”, salienta. Apesar de considerar que os números “são um reflexo de que está aberto um canal para as mulheres poderem denunciar”, Mariana reforça a necessidade de divulgação. “Sairemos com uma segunda rodada de campanha com vídeos explicando sobre o aplicativo, para tentar ampliar a cobertura. Também estamos melhorando a interlocução com as delegacias especializadas, para melhorar a continuidade dos processos”. Punição Segundo a SCSP, os dados da ligação do Nina com a Polícia Civil “estão sendo avaliados para estudo dos problemas e planejamento de ações de combate e prevenção”. Por enquanto, um dos principais focos é divulgar a existência da ferramenta virtual – desconhecida pela pedagoga Ariane Rodrigues, 23, até ser entrevistada pelo G1. Denúncias de assédio por aplicativo devem ser concluídas para que a Polícia Civil seja notificada sobre o crime Natinho Rodrigues/G1 “O ônibus estava superlotado, e no aperto você não consegue diferenciar o que está encostando em você. Perto de descer no terminal do Antônio Bezerra, pensei que era uma bolsa de alguém, mas quando vi era a mão de um senhor passando entre as minhas pernas. Quando olhei pra trás, assustada, ele tava pegando nas minhas partes íntimas. Ainda consegui perguntar se ele ia continuar e ameacei gritar. Depois disso, não tive reação”, relata Ariane. A pedagoga foi importunada sexualmente, na terça-feira (9), dentro de um veículo do transporte coletivo urbano de Fortaleza. Ao desembarcarem do coletivo em um terminal de integração, a vítima buscou ajuda e o agressor fugiu. “Eu queria ter reagido, mas fiquei paralisada pelo medo. Às vezes sinto que as mulheres ficam muito acanhadas e se sentem impotentes diante dessas situações. Procurei um posto da polícia no terminal, uma policial me atendeu e disse que só poderia me ajudar se eu fosse pra Delegacia da Mulher. Mas no final da tarde eu tinha um casamento pra ir, eu era madrinha, não tinha tempo. Enquanto a policial fazia perguntas, ele fugiu.” Ações A planejadora urbana da prefeitura adianta que estão sendo estudadas “oportunidades de usar o Nina em outros ambientes além do transporte público”, mas não deu detalhes. Outra ação do Programa de Combate ao Assédio Sexual no Transporte Público é a melhoria da iluminação de pontos de parada considerados perigosos pelas fortalezenses. “Consultamos lideranças e já identificamos 40% dos 200 pontos que queremos mapear. Em agosto, mais ou menos, vamos divulgar um mapa colaborativo, para que o público ajude nesse levantamento. Com o Nina a gente tenta melhorar a segurança da mulher dentro do ônibus, mas temos de olhar também para fora”, avalia Mariana. Como funciona o Botão Nina Aplicativo facilita denúncia de assédio sexual nos ônibus de Fortaleza TV Globo/Reprodução Aprenda a denunciar caso de assédio em ônibus, paradas ou terminais de Fortaleza Baixe ou atualize o aplicativo Meu Ônibus Fortaleza (Android e iOS); Acione o botão virtual "Denunciar Assédio" e informe o número do veículo, horário e o que aconteceu. Assim, serão solicitados à empresa os vídeos de 30 minutos antes e depois da agressão; Faça cadastro e login no aplicativo e conclua o processo de denúncia. Só assim as imagens são encaminhadas pelo Sindiônibus à Polícia Civil; A vítima ou testemunha deve comparecer à Delegacia da Mulher ou da Criança e do Adolescente para finalizar a denúncia, podendo contar com o vídeo como prova do assédio. Um a cinco anos de prisão é a pena para crime de importunação sexual, de acordo com a Lei 13.718/18 61% das agredidas são jovens As mulheres entre 20 e 30 anos de idade são as que mais aparecem como vítimas de assédio no transporte público (61%). Em seguida, 24% têm de 0 a 20 anos; 12%, de 30 a 40 anos; e 3%, mais de 40. Onde oficializar a denúncia Casa da Mulher Brasileira Equipamento reúne órgãos de apoio, orientação e atendimento a mulheres em situação de violência, incluindo a Delegacia de Defesa da Mulher. Endereço: R. Tabuleiro do Norte, S/N – bairro Couto Fernandes.
Tue, 16 Jul 2019 08:00:06 -0000
Acidente com ônibus 1505 que caiu no Ribeirão Arrudas, matou nove e feriu 52 em BH completa 20 anos

Motorista foi condenado pela Justiça por homicídios e lesões corporais culposas, ou seja, que não foi intencional. Lembranças permanecem claras na memória de uma sobrevivente. 1999: ônibus da linha 1505 caiu no Ribeirão Arrudas e deixou mortos e feridos Belo Horizonte, sexta-feira, 16 de julho de 1999, 19h30. A viagem do ônibus da linha 1505 (Alto dos Pinheiros / Tupi) foi interrompida na descida da Rua Tupinambás no cruzamento com Avenida dos Andradas, no Centro. O coletivo "mergulhou" para a morte no Ribeirão Arrudas. De acordo com o inquérito policial, o motorista não respeitou o sinal vermelho, bateu em três veículos – um Tempra, um Gol e uma motocicleta –, perdeu o controle da direção e caiu nas águas poluídas. Nove pessoas morreram na hora e 52 ficaram feridas – 51 passageiros e um pedestre que foi atropelado. Maria Nilza teve sorte e escapou de acidente com ônibus 1505 Alex Araújo/G1 Exatos 20 anos se passaram, contudo, as más lembranças continuam vivas na memória da vendedora Maria Nilza Loiola, de 59 anos. Naquele dia, ela trabalhou até as 19h no bairro Barro Preto e pegou o coletivo em ponto antes da Praça Raul Soares. O destino seria a casa dela. O ônibus, segundo Maria Nilza, estava lotado. Consta no depoimento do motorista que havia cerca de 80 pessoas dentro do veículo. 1505 de 'cabeça pra baixo' no Ribeirão Arrudas Reprodução/TV Globo “Tinham pessoas voltando do trabalho, indo para o Minas Shopping. Eu entrei no ônibus, passei a roleta e sentei no quinto banco, na janela”, relembra. Ao lado de Maria Nilza havia uma mulher, mas ela não a conhecia e também não sabe o que aconteceu com ela depois do acidente. “Eu lembro que o motorista deu uma freada brusca e tentou desviar para não bater em um carro... (silêncio). Depois só vi que o ônibus caiu no [Ribeirão] Arrudas. Ouvi muitos gritos: 'Me acode, acode'". Maria Nilza diz que conseguiu sair sozinha do coletivo, mas quem a retirou de dentro do leito do ribeirão com uma corda foram militares do Corpo de Bombeiros, da Polícia Militar e do Exército. Socorrista segura cabeça de homem preso às ferragens para que ele não morresse afogado Reprodução/TV Globo “Eu saí do ônibus por uma greta. Foi Deus que me tirou. Achei que eu tivesse morrido”. Ela não sentiu dor, mas sentiu medo. “A sensação era de que eu ia morrer”. “O que mais me incomodou foram os dentes. Parecia que eu estava com a boca cheia de terra, de areia, mas eram os dentes que estavam moídos”. Ela perdeu seis dentes, machucou o rosto e a perna esquerda. “Eu estava com um pedaço de ferro enfiado na minha perna. Eu mesmo puxei ele. Até hoje eu sonho, eu escuto: 'Socorro, me ajuda. Ai, está doendo, me tira daqui'. Eu sonho o tempo todo com essas coisas”. Maria Nilza falou que na época vendia joias, que foram levadas pela correnteza do Arrudas juntamente com a bolsa e compras de supermercado. A carteira de identidade foi achada em Sarzedo, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Ao lado de Maria Nilza, a bolsinha com os remédios controlados Alex Araújo/G1 “Até hoje eu tomo remédios. Remédios para dormir, antidepressivos, porque tem noite que eu não durmo. Eu sofro muito com isso. A gente não esquece nunca mais”. E ainda há pessoas que fazem piadas com a tragédia e zombam de Maria Nilza. “Motorista, você vai levar essa mulher mesmo? Então eu vou descer. Já teve gente que me ofereceu dinheiro para eu descer do ônibus”, fala, indignada. Do acidente, ela recebeu uma indenização de R$ 5 mil do seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT). Viaduto Guararapes desabou em 2014, matando duas pessoas. Lincon Zarbietti/O Tempo/Futura Press De novo A morte bateu na porta de Maria Nilza duas vezes. Ela também escapou da queda do Viaduto Batalha dos Guararapes no dia 3 de julho de 2014. Na tragédia, duas pessoas morreram e 23 ficaram feridas. Cinco anos após queda de viaduto matar dois em BH, prefeitura diz que obra não era necessária Ela estava no micro-ônibus 70 (Conjunto Felicidade / Shopping Del Rey) que foi atingido quando o elevado caiu. “Eu sentei no antepenúltimo banco do lado contrário da motorista, à direita. Eram quase 15h. Nunca imaginei que um viaduto fosse cair, nem de brincadeira. Quando eu vi aquela fumaça, na verdade era poeira. Veio aquele barulhão e o pessoal começou a gritar: 'Abre a porta, abre a porta'. Não houve resposta da motorista [que morreu no acidente]”. Ela falou que tinha uma moça desesperada. “Ela estava toda mole, escorada em mim e dizia: 'Eu quero o meu marido'”. Maria Nilza conta que os passageiros gritavam. Nesse acidente, ela teve o braço esquerdo ferido. “Machucou de novo as minhas emoções. A medicação que era pouca foi aumentada, mas Deus está me fortalecendo. Agradeço a Deus por estar viva”. Momento em que o ônibus 1505 'mergulhou' no Ribeirão Arrudas Reprodução/TV Globo Eles não tiveram a segunda chance Mas nem todos que estavam no 1505 sobreviveram para contar a história como Maria Nilza. Nove pessoas morreram no acidente: Clébia Rodrigues Pereira, Érika Cristina Eduardo, Eudiléia Lopes Figueiredo, Eudinéia Rocha de Brito, Eva Maria do Vale Pereira, Maria da Conceição Soares Bacelar, Sebastiana de Souza Silva, Sebastião Lídio de Almeida e Wellington Luiz de Souza. De acordo com a autópsia feita por médicos legistas, a maioria morreu por afogamento, mas houve vítimas de traumatismos craniano e na medula espinhal. Pedro Antônio Pereira perdeu a mulher, Eva Pereira Alex Araújo/G1 Perdeu a mulher O analista contábil Pedro Antônio Pereira, de 56 anos, era casado com a agente de viagem Eva Maria do Vale Pereira, que tinha 31. Segundo ele, a mulher teve traumatismo craniano. “Eu trabalhava na [Avenida] Bias Fortes e ela na [Rua] Espírito Santo com Bias Fortes. Nós nos despedimos porque ela ia ao Minas Shopping e eu à academia. Ela desceu para o Centro”, conta Pereira. “Eu vi o acidente no Jornal Nacional. Lembro com riqueza de detalhes o William [Bonner] e a Fátima [Bernardes] falando. Naquele dia, eles não deram 'boa noite'. Eles falaram 'até amanhã' e os créditos [ficha técnica] subiram em silêncio”. Pedro diz que a mulher chegaria em casa por volta das 21h e que um cunhado levantou a hipótese de ela estar dentro do 1505. “Depois de meia-noite eu fui ao [Hospital] João XXIII e o nome da Eva não estava na lista dos feridos. Fui ao IML e pelas fotos eu não reconheci a Eva. Na manhã seguinte voltei e também não consegui reconhecer. No sábado, à tarde, é que eu consegui reconhecer a Eva com a irmã dela”. Pedro Antônio Pereira e a mulher, Eva Pereira, no baile de formatura dele Pedro Pereira/Arquivo Pessoal Eles estavam casados há quase seis anos, 12 anos de relacionamento e não tiveram filhos. Eva foi enterrada no domingo, 18 de julho, às 17h, no Cemitério da Paz, no bairro Caiçara, na Região Noroeste de Belo Horizonte. De indenização, Pereira conta que recebeu quase R$ 30 mil. A metade foi repassada para a sogra. Ele também tem mensalmente uma pensão do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) por causa da viuvez. Depois de enterrar Eva, Pedro conta que continuou a sofrer e que foi até o bairro Tupi com o objetivo de encontrar alguém que estivesse no ônibus, mas não conseguiu. “Seria um alento para mim. Eu queria encontrar alguém que me dissesse que a Eva não sofreu na hora de morrer, mas eu não encontrei”. E define: “Essas coisas que acontecem são experiências individuais e não tem escola que ensine viver com isso. Quando a gente decide sair de casa e fazer a própria família, você abre mão de tudo e, por uma força do destino, tudo aquilo é desconstruído. Aí você tem que voltar e se reerguer, se reestruturar. Da minha maneira eu consegui, tive a minha fase de dor e sofrimento, mas eu consegui”. Clébia Rodrigues Pereira foi uma das vítimas do acidente com o 1505 Ivonete Soares/Arquivo Pessoal Clébia Rodrigues Pereira A auxiliar administrativa Clébia Rodrigues Pereira, de 33 anos, trabalhava em um hospital, voltava para casa e perdeu a vida dentro do 1505. “Eu estava em um churrasco na casa de um amigo e o telefone tocou com a notícia do ônibus”, relembra a aposentada Ivonete Soares, de 59 anos, prima de Clébia. Ivonete diz que por cinco minutos também não pegou o 1505 e foi de 1509 (Califórnia / Tupi) para um churrasco, no bairro Concórdia. Ivonete Soares segura álbum com fotos da prima Clébia Pereira Ivonete Soares/Arquivo Pessoal O chef de cozinha Frederico Alves Lima, de 32 anos, primo de Clébia, fala que no dia em que ela morreu estaria de folga, mas que recebeu uma ligação para ir trabalhar. Lima conta que a mãe dela recebeu uma indenização, muitos anos depois, mas não soube informar o valor. A vítima foi enterrada no Cemitério Municipal de Bertópolis, na Região do Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais. Eudiléia Lopes Figueiredo estava com casamento marcado e morreu no acidente Jonilde de Lopes Figueiredo/Arquivo Pessoal Eudiléia Lopes Figueiredo A dona de casa Jonilde de Lopes Figueiredo, de 74 anos, perdeu a filha no acidente. Eudiléia Lopes Figueiredo tinha 32 anos, era vendedora, estava noiva e com o casamento marcado. Econômica nas palavras, dona Jonilde não deu detalhes e resumiu: “Fiquei sabendo que na hora do acidente ela [Eudiléia] estava passando na roleta”. A vendedora tinha acabado de entrar no coletivo e havia andando pouco mais de um quarteirão. Processo que apurou queda do ônibus 1505 dentro do Ribeirão Arrudas Alex Araújo/G1 O processo O G1 teve acesso ao processo no Fórum Lafayette. São 7 volumes com 1.128 páginas. O Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG) denunciou o motorista José Paulino de Souza, na época com 29 anos, por homicídios e lesões corporais culposas, ou seja, que não foram intencionais. A denúncia foi feita no dia 23 de dezembro de 1999 – cinco meses após o acidente. No dia 15 de janeiro de 2004, Souza foi condenado em primeira instância a 9 anos de prisão em regime semiaberto, e teve a carteira de habilitação suspensa pelo mesmo período. Mais de um ano depois, em 18 de maio de 2005, o próprio MPMG pediu a redução da pena. O Judiciário aceitou, reviu a sentença que ficou em 6 anos e 9 meses de prisão, e o impedimento para dirigir caiu para 2 anos e 7 meses. Ele já cumpriu a pena e não deve mais nada no que se refere à Justiça. O G1 foi a Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, ao endereço que constava no inquérito policial como sendo o de Souza, mas não o encontrou. Um vizinho disse que o motorista havia se mudado do local havia cerca de 15 anos. Processo tem 7 volumes e mais de 1,1 mil páginas Alex Araújo/G1
Tue, 16 Jul 2019 08:00:04 -0000
Kit brasileiro para ensino de engenharia arrecada mais de R$ 1 milhão em financiamento coletivo

Campanha bateu a meta inicial em oito horas e terceira edição do kit que usa molas para o ensino prático de estruturas foi comprado por pessoas de 52 países diferentes. Kit brasileiro para ensinar engenharia arrecada R$ 1 milhão em financiamento coletivo Criado por um arquiteto brasileiro, um kit com 235 peças magnéticas de montar arrecadou em junho mais de R$ 1,1 milhão em uma campanha de financiamento coletivo. À primeira vista, ele pode parecer um brinquedo. Mas o Kit Estrutural Mola, desenvolvido pelo paraense Márcio Sequeira, tenta aprimorar o ensino de conceitos de estruturas a estudantes de arquitetura e engenharia e, segundo ele, já é usado em mais de 300 universidades de mais de 70 países. "O Mola é uma espécie de um Lego para engenheiros e arquitetos, que simula o comportamento de estruturas reais", resumiu Sequeira ao G1 (assista no vídeo acima). O arquiteto paraense Márcio Sequeira desenvolveu o Kit Estrutural Mola como um projeto de pesquisa de mestrado Arquivo pessoal/Márcio Sequeira Em sua terceira edição, o kit recebeu melhorias e novas peças – que podem ser usadas com as dos produtos anteriores. Entre as novidades estão mais cabos e argolas que ajudam a para montar uma série de prédios diferentes, inclusive construções famosas, como a ponte da Baía de Sydney, na Austrália. Ponte da Baía de Sydney (Harbour Bridge), na Austrália Rick Rycroft/AP Maquete da Ponte da Baía de Sydney (Harbour Bridge) feita com o Kit Estrutural Mola 3 Divulgação/Márcio Sequeira Abstrato x concreto A ideia por trás é justamente deixar que estudantes que um dia projetarão grandes construções possam sair de conceitos abstratos ensinado nas faculdades. Por exemplo: como objetos podem se comportar quando usam a tração e a compressão de forma combinada, e manter a resistência e a estabilidade? O propriedade por trás desse conceito se chama "tensegridade", ou integridade tensional. O kit criado por Sequeira nasceu após anos de pesquisa. O paraense dedicou seu mestrado na Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) ao projeto de testar objetos que possam representar de forma concreta e tridimensional os conceitos que os alunos em geral aprendem em uma lousa, caderno ou tela de computador. Do abstrato ao concreto: o Kit Estrutural Mola já é usado por mais de 300 universidades para ensinar conceitos de engenharia e arquitetura Divulgação/Márcio Sequeira Por que o financiamento coletivo? Desde 2014, quando lançou seu primeiro financiamento coletivo, Sequeira está acostumado a bater recordes. Naquele ano, ele arrecadou R$ 600 mil em 45 dias, mais de dez vezes a meta inicial. Foram vendidos 1.600 kits para 1.524 apoiadores de 30 países. Em 2016, uma segunda edição do produto recebeu R$ 700 mil de 1.082 apoiadores de 35 países diferentes, que compraram 1.500 kits. "O financiamento coletivo já faz parte do DNA do Mola", diz Sequeira, que inicialmente tentou arrumar um investidor para seu produto, mas, sem sucesso, decidiu testar o interesse de pessoas físicas para garantir a fabricação. "Então a gente optou por lançar essa terceira campanha de crowdfunding para o Mola 3. Primeiro, para financiar o produto, porque a gente precisa desses recursos para financiar o kit", afirmou o arquiteto e empresário. "E além disso, para permitir que as pessoas que participaram do Mola 1 e do Mola 2 possam mais uma vez estar junto com a gente, participando do desenvolvimento do nosso novo produto." O Kit Estrutural Mola tem mais de 200 peças feitas de aço e plástico, que servem para montar diversos tipos de estruturas Divulgação/Márcio Sequeira Apoio de estrangeiros Dessa vez, ele foi mais ousado, e fixou a meta em US$ 100 mil. Acabou conseguindo bater a meta em oito horas e, em 29 dias, juntou US$ 303.664, ou aproximadamente R$ 1,1 milhão. Ele também decidiu usar uma plataforma estrangeira de financiamento, para buscar ampliar o apoio de pessoas de fora ao projeto. No total, 1.144 apoiadores de 52 países diferentes ajudaram na campanha e compraram 2 mil kits. Se nas duas primeiras campanhas 90% dos apoiadores eram do Brasil, no lançamento do kit Mola 3, 60% do apoio veio do exterior. Segundo o ranking da plataforma Kickstarter, que hospedou a campanha, o produto vendido por Sequeira é o projeto brasileiro que mais arrecadou dinheiro pelo site. Na empresa de Sequeira hoje trabalhando quatro funcionários para dar conta da demanda – além dos 2 mil kits vendidos pela campanha de financiamento, eles abriram um período de pré-venda da terceira versão em seu site. "Mesmo sendo uma empresa pequena a gente tem um orgulho gigante de ser uma empresa 100% brasileira com um produto educativo inovador", afirmou ele. Kit Estrutural Mola Divulgação/Márcio Sequeira
Tue, 16 Jul 2019 08:00:03 -0000
Morte de turista no Beach Park, no Ceará, completa um ano; família e parque negociam acordo

Inaugurado dois dias antes do acidente que matou o radialista de Sorocaba, o toboágua Vainkará permanece fechado. Vainkará, toboágua do Beach Park onde ocorreu acidente, tem 29,5 metros de altura Arquivo pessoal - Eduardo Tchao/TV O acidente que matou o radialista Ricardo José Hilário da Silva, em um brinquedo do parque aquático Beach Park, no Ceará, completa um ano nesta terça-feira (16), sem respostas. A família da vítima e a empresa ainda tentam um acordo judicial. O turista de Sorocaba estava na boia do brinquedo "Vainkará" com mais três pessoas, no dia 16 de julho de 2018, quando caiu e bateu a cabeça. A atração havia sido inaugurada dois dias antes. Apesar de ser socorrido de imediato, Hilário não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no parque. Ele era turista de Sorocaba, em São Paulo, onde foi sepultado dois dias depois do acidente. O brinquedo permanece fechado. A família de Hilário entrou com ação civil com pedido de indenização por danos patrimoniais, ou seja, referente ao que a viúva e a filha da vítima deixaram de receber com sua morte. O valor pedido não foi informado. O advogado do caso, João Vicente Leitão, revela que ainda entrará com ação por danos morais. "Pelo o que elas sofreram e sofrerão pelo resto da vida", afirma. Em nota, o Beach Park confirma existir uma proposta sob avaliação e reitera ter prestado "toda assistência às vítimas e familiares", garantindo aos frequentadores, colaboradores e parceiros, continuar aperfeiçoando seus procedimentos de segurança e promovendo o debate com o setor para que a experiência no Beach Park seja cada vez mais segura e agradável. Imagem feita segundos antes de acidente mostra radialista (à direita) com outras três pessoas na descida de brinquedo do Beach Park onde houve acidente Reprodução Inquérito Segundo o Tribunal de Justiça do Estado do Ceará (TJCE), o processo criminal em tramitação na 2ª Vara do município de Aquiraz, onde o parque está localizado, permanece na fase de inquérito policial. A Polícia Civil do Estado do Ceará, por sua vez, informou que o relatório da Delegacia de Proteção ao Turista (Deprotur) foi concluído. O Ministério Público Estadual ainda não apresentou denúncia. Veja como é a descida do brinquedo Vainkará, do Beach Park O Beach Park afirma ter recebido laudo da empresa americana ESi, referência no mercado em investigações dessa natureza, comprovando que o brinquedo "apresenta falha de projeto, alterando a trajetória da boia independentemente do peso, o que foi determinante para ocorrer o acidente". Segundo o relatório, concluído em maio, "o design do referido toboágua resulta em situações onde a boia se torna instável e não segura, mesmo quando o peso dos usuários soma menos que os 320 kg recomendados pela ProSlide”. As empresas que fazem os projetos e a instalação de brinquedos em parques aquáticos, ainda segundo o Beack Park, são responsáveis por garantir a excelência do projeto e da instalação, cabendo aos parques escolher um fornecedor qualificado e garantir que a operação do brinquedo se dê de forma adequada, como consta nos manuais dos fabricantes. Por fim, afirma que, "diante da perícia e com a certeza de ter seguido todos os procedimentos corretos na operação da atração, o Beach Park está avaliando as medidas jurídicas aplicáveis ao caso", diz a nota.
Tue, 16 Jul 2019 08:00:03 -0000
Site recebe a partir desta terça cadastro para lista de 'não perturbe' das teles

Prazo para bloqueio é de 30 dias após a solicitação do consumidor, de acordo com a Anatel. Cadastro valerá para ligações de telemarketing de empresas de telecomunicação. Consumidores podem cancelar recebimento de ligações de operadoras de telefonia Consumidores que não desejam receber ligações de telemarketing de empresas de telecomunicação já podem se cadastrar a partir desta terça-feira (16) na chamada lista de "não perturbe". O cadastro poderá ser feito pelo site, criado pelas empresas, após determinação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). O site entrou no ar nos primeiros minutos desta terça. A implementação da lista nacional de “não perturbe” regula apenas as chamadas feitas pelas empresas de telecomunicação, e não se estende a chamadas realizadas por companhias de outros setores. Portanto, a lista valerá para clientes das empresas Algar, Claro/Net, Nextel, Oi, Sercomtel, Sky, Tim e Vivo. O prazo para o bloqueio das ligações é de 30 dias após a solicitação do cliente. As prestadoras que descumprirem a regra podem ser advertidas ou penalizadas com multas de até R$ 50 milhões. Página inicial do 'Não Perturbe'" Reprodução Para bloquear a ligação das empresas de telecomunicação é fácil: acesse o site www.naomeperturbe.com.br e se cadastre, criando um login (com seu e-mail) e uma senha. O menu seguinte vai pedir também seu CPF. Depois, basta cadastrar o número do telefone (celular ou fixo). É possível cadastrar mais de uma linha. No último menu, o usuário vai selecionar quais companhias quer bloquear. É possível cadastrar mais de uma linha, repetindo as operações acima. Tela de cadastro no site 'Não Perturbe' Reprodução Menu para escolher bloquear/desbloquear as ligações Reprodução A criação da lista foi uma determinação da Anatel. Segundo a agência, as empresas não poderão mais fazer ligações telefônicas com o objetivo de oferecer seus pacotes ou serviços de telecomunicações para os consumidores que registrarem seus números na lista nacional. De acordo com a Anatel, estudos de mercado estimam que pelo menos um terço das ligações indesejadas no Brasil sejam realizadas com o objetivo de vender serviços de telecomunicações, que só podem ser prestados por empresas reguladas pela agência. A lista de “não perturbe” deve ser única e o meio de acesso a ela, ou seja, onde o consumidor poderá registrar seu número, também deverá ser único, fácil e amplamente divulgado pelas prestadoras.
Tue, 16 Jul 2019 08:00:02 -0000
Terremoto danifica prédios na Indonésia

Tremor atingiu magnitude 5,7, informou o USGS. Soldado olha danos provocados por tremor de terra em um templo hindu em Denpasar, na ilha de Bali, Indonésia Nyoman Budhiana / Antara Foto / via Reutres Um terremoto de magnitude 5,7 sacudiu nesta terça-feira (16) a região central da Indonésia, causando danos em vários edifícios, incluindo escolas, templos e hotéis na turística ilha de Bali. O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, sigla em inglês), que registra atividades sísmicas em todo o mundo, localizou o tremor a 91 km de profundidade sob o leito marinho e a 82 km de Denpasar, capital de Bali. As autoridades não emitiram nenhum alerta por risco de tsunami por causa deste terremoto onde a Agência de Climatologia, Meteorologia e Geofísica (BMKG, sigla em indonésio) mediu inicialmente com uma magnitude de 6 antes de diminuí-la para 5,8. Não há informações sobre mortos ou feridos. Parede de escola rachada após tremor em Bali Johannes P. Christo / Reuters Vários hotéis da ilha decidiram retirar seus hóspedes por precaução devido ao tremor que causou o desmoronamento de algumas paredes em um templo hindu de Denpasar, segundo mostraram imagens e vídeos divulgados pela Agência Nacional de Gestão de Desastres (BNPB, sigla em indonésio), na sua conta do Twitter. O mesmo órgão também divulgou imagens de uma mesquita com o teto e coberturas parcialmente demolidas na cidade de Banyuwangi, que também foi afetada pelo tremor. A imprensa local informou da quebra de telhados e o surgimento de rachaduras em pelo menos duas escolas e um escritório governamental de Kuta, onde está localizado o aeroporto internacional de Bali, e em alguns hotéis de Denpasar.
Tue, 16 Jul 2019 07:01:05 -0000
Borracharia e quarto de hospital psiquiátrico são atingidos por fogo durante a madrugada em Fortaleza

Os incêndios nos dois locais tiveram pequenas proporções e fogo foi controlado. Fogo atingiu um compartimento do estabelecimento comercial localizado no Centro. Rafaela Duarte/ Sistema Verdes Mares Uma borracharia no Centro e um quarto de um hospital psiquiátrico no Bairro Benfica foram atingidos pelo fogo durante a madrugada desta terça-feira (16), em Fortaleza. De acordo com o capitão Gadelha, do Corpo de Bombeiros, o fogo atingiu um compartimento do estabelecimento comercial localizado na Rua Clarindo de Queiroz e teria sido causado por um aparelho eletrônico. Já no Hospital Nosso Lar, na Avenida Carapinima, a suspeita é que um cigarro deixado em cima de uma cama foi causador do fogo. Três pacientes estavam no local no momento do incêndio. Segundo os bombeiros, nos dois casos o fogo foi controlado e ninguém ficou ferido. Três pacientes estavam dentro do quarto atingido pelo fogo, mas não ficaram feridas. Rafaela Duarte/ Sistema Verdes Mares
Tue, 16 Jul 2019 06:30:47 -0000
Índia cancela missão ao polo sul da Lua
'Um problema técnico foi detectado no sistema de lançamento do veículo no minuto T -56', afirmou a Agência Espacial Indiana (ISRO). Cinquenta e seis minutos e 24 segundos antes do horário previsto, a Índia cancelou nesta segunda-feira por um "problema técnico" o lançamento ao espaço de sua missão lunar. A Agência Espacial Indiana (ISRO) pretendia lançar nesta segunda-feira às 2h51 (18h21 de Brasília, domingo) a missão Chandrayaan-2 - carro lunar em hindi - a partir da base de Sriharikota, sudeste do país. A expedição deveria pousar no dia 6 de setembro um módulo de descida e um robô no polo sul da Lua, a 384.000 quilômetro da Terra. "Um problema técnico foi detectado no sistema de lançamento do veículo no minuto T -56", afirmou a ISRO no Twitter, sem especificar o tipo de incidente. "Como medida de precaução, o lançamento da Chandrayaa-n2 foi cancelado por hoje. A nova data de lançamento será anunciada em breve", completou a agência. Segundo um cientista citado pelo jornal The Times of India, o problema foi um vazamento no sistema de combustível do foguete. "Após carregar' o combustível, "encontramos uma queda de pressão que revelou um vazamento, disse o cientista, admitindo a possível ocorrência de "vários vazamentos". "Tivemos sorte de a missão não entrar na sequência de lançamento automático. Aí estaríamos perdidos", revelou um alto funcionário da ISRO, citado pelo jornal The Hindustan Times. O jornal destaca que os cientistas "se apressaram em impedir os vazamentos" para poder realizar o lançamento no final de julho. A missão da Índia é colocar uma sonda no polo sul do satélite natural da Terra, onde foi detectada a presença de gelo, crucial para uma eventual colonização da Lua. O anúncio do adiamento da missão aconteceu pouco depois da fase de abastecimento com hidrogênio líquido do motor criotécnico - baseado na associação de oxigênio e hidrogênio em estado líquido do foguete GSLV-MkIII, o mais potente lançador indiano, equivalente a um foguete europeu Ariane 4. "Acredito que se o (novo) lançamento não acontecer nas próximas 48 horas, pode ser adiado por vários meses até que tenhamos uma janela de lançamento oportuna" disse Ravi Gupta, ex-cientista da agência militar 'Defence Research and Development Organisation' (DRDO). A Chandrayaan-2 inclui um orbitador lunar, um módulo de descida e um rover (veículo de exploração), um dispositivo com peso conjunto de 3,8 toneladas. Nova Delhi destinou US$ 140 milhões - uma quantia muito inferior a das outras grandes agências espaciais para este tipo de missão - para a Chandrayaan-2. A missão do Pragyan, o rover indiano, que pesa 27 quilos, é procurar no solo lunar rastros de água e "sinais fósseis do sistema solar primitivo", indicou a ISRO. O veículo, propulsado por energia solar, deve, a princípio, funcionar durante um dia lunar, o equivalente a 14 dias terrestres, e pode percorrer até 500 metros. A missão indiana é parte de um contexto de intensificação do interesse internacional pela Lua, visitada por seres humanos pela última vez em 1972. Vários países planejam intensificar a exploração do satélite. O governo americano pediu à Nasa que volte a enviar astronautas à Lua em 2024. O retorno à Lua é considerado uma etapa inevitável na preparação dos voos tripulados para outros planetas, começando por Marte. O projeto Chandrayaan-2 é a segunda missão lunar da Índia, que há 11 anos, na missão Chandrayaan-1, colocou uma sonda em órbita ao redor da Lua. O programa espacial indiano se destaca por combinar objetivos ambiciosos com recursos muito menores que os de outro países, o que não impede o rápido avanço. A ISRO pretende enviar até o fim de 2022 três astronautas ao espaço, em seu primeiro voo tripulado. Também aspira construir sua própria estação espacial nos próximos 10 anos.
Tue, 16 Jul 2019 06:07:15 -0000
16 de julho, terça-feira

Bom dia! Aqui estão os principais assuntos para você começar o dia bem-informado. Ministro da Educação encontra reitores das federais para apresentar projeto de eficiência de gestão. Para economistas, Previdência é passo importante, mas não garante retomada do crescimento. Cadastro na lista de 'não perturbe' do telemarketing começa hoje. Preços do aluguel sobem 3,45% no 1º semestre, abaixo da inflação para o setor. E o eclipse parcial da Lua poderá ser visto em todo o Brasil. Universidades federais O ministro da Educação, Abraham Weintraub Casa Civil / PR O Ministro da Educação, Abraham Weintraub, se reúne com reitores das universidades federais nesta terça-feira. Ele deve apresentar uma proposta para "aumentar a autonomia financeira" das instituições, o programa "Programa Future-se", um novo modelo de gestão para as federais. Previdência Previdência é passo importante, mas não garante retomada do crescimento, dizem economistas. Com a Previdência encaminhada, analistas avaliam que o Brasil precisa encaminhar a reforma tributária, melhorar o ambiente de negócios, avançar nos projetos de infraestrutura e promover a abertura da economia. 'Não perturbe' Sistema que bloqueia ligações indesejadas de telemarketing entra em operação na terça (16) Consumidores que não desejam receber ligações de telemarketing de empresas de telecomunicação poderão se cadastrar a partir desta terça-feira na chamada lista de "não perturbe". O cadastro poderá ser feito pelo site, criado pelas empresas, após determinação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Prazo para bloqueio é de 30 dias após a solicitação do consumidor. Aluguel Arquivo / G1 Os preços do aluguel de imóveis residenciais aumentaram 3,45% no primeiro semestre, abaixo da alta de 4,38% do IGP-M, o índice que corrige esses contratos no país, segundo dados divulgados pela FipeZap. A inflação geral para o período, medida pelo IPCA, foi de 2,23%. Em junho, os valores subiram 0,35%, também abaixo do IGP-M (0,80%) e acima da inflação (0,01%). Nos últimos 12 meses, os preços do aluguel acumulam alta de 3,85%, enquanto o IGP-M para o período foi de 6,52% e a inflação geral, de 3,37%. UE-Mercosul O acordo UE-Mercosul abre porta para agronegócio brasileiro, mas setores mais competitivos ficam limitados, avaliam especialistas. Benefício fiscal para exportação de carnes e açúcar será restrito a cotas anuais. Veja quais são os possíveis efeitos do pacto, segundo analistas do setor. SAIBA como ficam as cotas no acordo VEJA: principais pontos do texto REPERCUSSÃO no setor agropecuário Eclipse parcial da Lua Eclipse já parcial na lua Marcos Serra Lima / G1 Na noite desta terça, quando o mundo celebra exatos 50 anos desde que a missão Apollo 11 decolou da Terra rumo à Lua, o Brasil poderá ver um eclipse lunar parcial. O fenômeno ocorre quando Sol, Terra e Lua se alinham, e nosso planeta faz sombra sobre o satélite. O eclipse poderá ser visto a partir das 17h01 (horário de Brasília) e, no total, terá duração de mais de cinco horas, parecido com o que ocorreu em janeiro deste ano. "O eclipse lunar, em geral, dura bastante tempo. Desta vez será em um horário bom, porque vai ser próximo do pôr do Sol e a Lua vai estar em uma posição relativamente alta no céu", disse ao G1 Thiago Signorini Gonçalves, astrônomo da UFRJ e membro da Sociedade Astronômica Brasileira. Veja onde onde o céu estará mais limpo para acompanhar o eclipse lunar Taxas em Noronha Bolsonaro diz que taxa para visitar Fernando de Noronha 'é um roubo' Fernando de Noronha recebeu um número recorde de 100 mil turistas em 2018, e todos eles tiveram que pagar duas taxas diferentes para visitarem o arquipélago pernambucano – uma estadual e uma federal. Neste fim de semana, porém, o presidente Jair Bolsonaro anunciou, em um vídeo no Facebook, que revisará a cobrança, classificada por ele como um "roubo" praticado pelo governo federal. Entenda como funciona e para que serve a cobrança de taxas turísticas em Noronha e outras áreas protegidas do Brasil. 'Bacurau' Equipe de 'Bacurau' passa por tapete vermelho do Festival de Cannes 2019 Reuters/Stephane Mahe O filme brasileiro "Bacurau" ganhou um novo trailer. Com direção de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles e Sônia Braga no elenco, a produção, que estreia no dia 29 de agosto, ganhou o Prêmio do Júri no Festival de Cannes, em maio. G1 viu ensaio Amigos fazem primeiro ensaio antes de voltar ao palco para turnê Dois meses após anunciarem a volta do projeto “Amigos”, Chitãozinho, Xororó, Zezé Di Camargo, Luciano e Leonardo se reuniram em um estúdio em São Paulo para o primeiro ensaio da turnê. A agenda dos cinco cantores foi preenchida por três encontros antes do primeiro show em Belo Horizonte, neste sábado (20). Ideia brasileira Kit Estrutural Mola Divulgação/Márcio Sequeira Kit brasileiro para ensino de engenharia arrecada mais de R$ 1 milhão em financiamento coletivo. Campanha bateu a meta inicial em oito horas e terceira edição do kit que usa molas para o ensino prático de estruturas foi comprado por pessoas de 52 países diferentes. Entenda o projeto. Curtas e Rápidas: Vídeo: Adolescente supera malformação nos braços e aprende a tocar violino adaptado por professora Blog da Mariza Tavares: Risco de câncer de estômago aumenta depois dos 50 anos Hoje é dia de... Dia do Comerciante
Tue, 16 Jul 2019 04:30:02 -0000
Os truques do almoço grátis
A prática de dar ao cliente a chance de experimentar um produto de graça virou um novo negócio. Eu comento no Jornal da Globo que não existe almoço grátis. Confira o comentário abaixo: Um novo negócio: lojas onde os produtos são grátis
Tue, 16 Jul 2019 03:59:49 -0000

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